"Gosto de conviver com pessoas que não pensam exatamente igual a mim. Me fazem refletir a respeito de minhas convicções e posso reafirmá-las ou mudá-las, mas de uma ou de outra forma cresço. Não tenho medo do diferente que tem coragem de se expressar. Preocupa-me os “iguais” demais. Sobre esses penso duas coisas. Ou não aprenderam a pensar por si próprios ou são falsos".
Pra. Izabel Nixdorf
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"Faça todo o bem que você puder, com todos os recursos que você puder, por todos os meios que você puder, em todos os lugares que você puder, em todos os tempos que você puder, para todas as pessoas que você puder, sempre e quando você puder". John Wesley
domingo, 23 de junho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Aproveite o presente!
1 Jo 2.18 – “Filhinhos, já é a última hora e, como ouvistes que vem o anticristo, também, agora, muitos anticristos têm surgido; pelo que conhecemos que é a última hora”.
O poeta José Saramago escreveu algo que no meu entendimento é muito lindo e sério - "Não tenhamos pressa, mas não percamos tempo".
Reflita um pouco:
Se você soubesse, com absoluta certeza, que tem apenas mais uma hora de vida o que você faria?
Uns talvez quisessem conversar com alguém. Pedir perdão, perdoar. Outros talvez se preocupassem em estar com os queridos. Alguns até preocupariam-se com pagar algumas coisas para não deixar dívidas para os outros.
Provavelmente teríamos uma lista de coisas que gostaríamos de fazer, e talvez perdêssemos essa última hora tentando organizar o que fazer primeiro.
Ao pensar em tantas coisas que gostaríamos de fazer e talvez não desse tempo, pode até ser que bata uma frustração.
O que fazer então? Como viver essa última hora?
É fundamental que tenhamos muito claramente estabelecidas as prioridades em nossa vida. Não há tempo a perder. Precisamos saber o que é de fato importante.
Quando João escreve sobre ser a última hora, ele não está querendo assustar a igreja, mas ele está se referindo a importância que se deve dar à vida com Deus. João não está se referindo ao nosso tempo, mas o tempo de Deus, à urgência do que diz respeito à nossa vida com Deus.
É como quando dizemos que estamos morrendo de fome ao chegar perto do meio dia. A menos que estejamos fazendo um jejum de 40 dias, que tenhamos vindo do sertão nordestino depois de passar por lá pelo menos um mês, alimentando-nos precariamente, não estamos de fato morrendo de fome. Estamos apenas nos referindo ao que nosso estômago está sentindo, e a urgência do nosso corpo em receber o alimento. Assim João se referia à urgência do tempo de Deus. Necessitamos urgentemente de Deus! Necessitamos urgentemente compreender a obra de Cristo por nós e em nós.
Entretanto, por outro lado, ninguém pode saber o dia e a hora. Jesus em Mt 24.36 ao ser perguntado sobre o dia do fim responde que ninguém sabia somente o Pai. Já em At 1 ao ser perguntado novamente sobre tempos Ele responde que não nos compete saber. A verdade então é que nem eu e nem você sabemos quando será o fim. Podemos estar de fato na última hora cronológica ou até quem sabe no último minuto. Necessitamos de Deus urgentemente!
Então, o importante é saber se estamos prontos para a última hora. Se de fato entendemos o que é prioridade e o que é importante ou se passamos toda nossa existência adiando para amanhã uma tomada de posição que precisa acontecer hoje.
Há pessoas que vivem no passado: E fiz, eu orei, eu visitei, eu trabalhei, eu preguei, eu me entreguei a Cristo.
Outras vivem planejando para o futuro. Eu farei, eu vou orar, irei visitar, irei me dedicar na obra, irei evangelizar, um dia me entregarei de verdade a Cristo.
O problema é que não podemos viver no passado ou no futuro, porque um já passou e o outro quando chega deixa de ser futuro. Nós só temos o presente para fazer a vontade de Deus. É hoje que devemos entregar nossa vida inteiramente a Cristo. É hoje que devemos nos render a Ele para que a vontade dEle se cumpra em nós. É hoje que devemos obedecer a Sua Palavra e andar nos Seus caminhos.
É hoje. Tudo que temos é hoje.
Não vivamos com pressa, mas não percamos tempo. Aproveitemos verdadeiramente o presente de Deus para nós. Aproveitemos o tempo que se chama hoje!
Que Deus nos dê graça para vivermos a última hora com sabedoria e discernimento, remindo o tempo porque os dias são maus. Renda-se ao Senhor Jesus todos os dias e que a vontade dEle prevaleça em sua vida.
O poeta José Saramago escreveu algo que no meu entendimento é muito lindo e sério - "Não tenhamos pressa, mas não percamos tempo".
Reflita um pouco:
Se você soubesse, com absoluta certeza, que tem apenas mais uma hora de vida o que você faria?
Uns talvez quisessem conversar com alguém. Pedir perdão, perdoar. Outros talvez se preocupassem em estar com os queridos. Alguns até preocupariam-se com pagar algumas coisas para não deixar dívidas para os outros.
Provavelmente teríamos uma lista de coisas que gostaríamos de fazer, e talvez perdêssemos essa última hora tentando organizar o que fazer primeiro.
Ao pensar em tantas coisas que gostaríamos de fazer e talvez não desse tempo, pode até ser que bata uma frustração.
O que fazer então? Como viver essa última hora?
É fundamental que tenhamos muito claramente estabelecidas as prioridades em nossa vida. Não há tempo a perder. Precisamos saber o que é de fato importante.
Quando João escreve sobre ser a última hora, ele não está querendo assustar a igreja, mas ele está se referindo a importância que se deve dar à vida com Deus. João não está se referindo ao nosso tempo, mas o tempo de Deus, à urgência do que diz respeito à nossa vida com Deus.
É como quando dizemos que estamos morrendo de fome ao chegar perto do meio dia. A menos que estejamos fazendo um jejum de 40 dias, que tenhamos vindo do sertão nordestino depois de passar por lá pelo menos um mês, alimentando-nos precariamente, não estamos de fato morrendo de fome. Estamos apenas nos referindo ao que nosso estômago está sentindo, e a urgência do nosso corpo em receber o alimento. Assim João se referia à urgência do tempo de Deus. Necessitamos urgentemente de Deus! Necessitamos urgentemente compreender a obra de Cristo por nós e em nós.
Entretanto, por outro lado, ninguém pode saber o dia e a hora. Jesus em Mt 24.36 ao ser perguntado sobre o dia do fim responde que ninguém sabia somente o Pai. Já em At 1 ao ser perguntado novamente sobre tempos Ele responde que não nos compete saber. A verdade então é que nem eu e nem você sabemos quando será o fim. Podemos estar de fato na última hora cronológica ou até quem sabe no último minuto. Necessitamos de Deus urgentemente!
Então, o importante é saber se estamos prontos para a última hora. Se de fato entendemos o que é prioridade e o que é importante ou se passamos toda nossa existência adiando para amanhã uma tomada de posição que precisa acontecer hoje.
Há pessoas que vivem no passado: E fiz, eu orei, eu visitei, eu trabalhei, eu preguei, eu me entreguei a Cristo.
Outras vivem planejando para o futuro. Eu farei, eu vou orar, irei visitar, irei me dedicar na obra, irei evangelizar, um dia me entregarei de verdade a Cristo.
O problema é que não podemos viver no passado ou no futuro, porque um já passou e o outro quando chega deixa de ser futuro. Nós só temos o presente para fazer a vontade de Deus. É hoje que devemos entregar nossa vida inteiramente a Cristo. É hoje que devemos nos render a Ele para que a vontade dEle se cumpra em nós. É hoje que devemos obedecer a Sua Palavra e andar nos Seus caminhos.
É hoje. Tudo que temos é hoje.
Não vivamos com pressa, mas não percamos tempo. Aproveitemos verdadeiramente o presente de Deus para nós. Aproveitemos o tempo que se chama hoje!
Que Deus nos dê graça para vivermos a última hora com sabedoria e discernimento, remindo o tempo porque os dias são maus. Renda-se ao Senhor Jesus todos os dias e que a vontade dEle prevaleça em sua vida.
um abraço fraterno.
Pra. Izabel Nixdorf
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Será que um dia aprenderemos?
Tiago 3.5 - 11 "Assim, também a língua, pequeno órgão, se gaba de grandes coisas. Vede como uma fagulha põe em brasas tão grande selva! Ora, a língua é fogo; é mundo de iniquidade; a língua está situada entre os membros de nosso corpo, e contamina o corpo inteiro, e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como também é posta ela mesma em chamas pelo inferno. Pois toda espécie de feras, de aves, de répteis e de seres marinhos se doma e tem sido domada pelo gênero humano; a língua, porém, nenhum dos homens é capaz de domar; é mal incontido, carregado de veneno mortífero. Com ela, bendizemos ao Senhor e Pai; também, com ela, amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus. De uma só boca procede bênção e maldição. Meus irmãos, não é conveniente que estas coisas sejam assim.Acaso, pode a fonte jorrar do mesmo lugar o que é doce e o que é amargoso”?
Certa vez anotei algo que li em algum lugar que não me lembro, mas hoje achei muito atual: “De acordo com o coach e headhunter Augusto Carneiro, um dos “pecados” que prejudicam o profissional em qualquer empresa é a falta de ética. Fazer fofoca, causar intrigas, falar mal dos outros, puxar o tapete, mentir e outros comportamentos como esses nunca irão dar bons frutos. Ao contrário. São autodestrutivos e, cedo ou tarde, acabam se voltando contra a própria pessoa”.
Os estudiosos “seculares” já aprenderam sobre isso. Nós cristãos já fomos alertados a esse respeito há mais de dois mil anos. Porque será que ainda não aprendemos? Porque será que ainda não aprendemos a domar a língua? Porque será que tantas igrejas sofrem com esse problema? Porque será que líderes cristãos não vigiam suas próprias bocas?
A resposta está no texto bíblico em destaque: “Nenhum dos homens é capaz de domar, é mal incontido, carregado de veneno mortífero”. Somente alguém que deixa seu caráter ser tratado por Deus, que tem seu temperamento controlado pelo Espírito Santo, pode resistir a tentação de não falar o que não convém, não denegrir a moral do outro, não criticar o trabalho do colega e de verdadeiramente abençoar e não amaldiçoar.
Nós cristãos somos chamados a proclamar sim, mas a nossa proclamação deve ser a respeito do Evangelho. As boas novas do Senhor Jesus. Não somos chamados a proclamar as notícias a respeito da vida de nossos irmãos, a expor suas fraquezas ou ridicularizá-los.
Muitos dos que falam mal dos outros o fazem para sentirem-se melhor em suas próprias fraquezas.
Cuidado, o que você diz sobre alguém, revela mais sobre si mesmo, pois expõe o seu próprio caráter.
Certa vez anotei algo que li em algum lugar que não me lembro, mas hoje achei muito atual: “De acordo com o coach e headhunter Augusto Carneiro, um dos “pecados” que prejudicam o profissional em qualquer empresa é a falta de ética. Fazer fofoca, causar intrigas, falar mal dos outros, puxar o tapete, mentir e outros comportamentos como esses nunca irão dar bons frutos. Ao contrário. São autodestrutivos e, cedo ou tarde, acabam se voltando contra a própria pessoa”.
Os estudiosos “seculares” já aprenderam sobre isso. Nós cristãos já fomos alertados a esse respeito há mais de dois mil anos. Porque será que ainda não aprendemos? Porque será que ainda não aprendemos a domar a língua? Porque será que tantas igrejas sofrem com esse problema? Porque será que líderes cristãos não vigiam suas próprias bocas?
A resposta está no texto bíblico em destaque: “Nenhum dos homens é capaz de domar, é mal incontido, carregado de veneno mortífero”. Somente alguém que deixa seu caráter ser tratado por Deus, que tem seu temperamento controlado pelo Espírito Santo, pode resistir a tentação de não falar o que não convém, não denegrir a moral do outro, não criticar o trabalho do colega e de verdadeiramente abençoar e não amaldiçoar.
Nós cristãos somos chamados a proclamar sim, mas a nossa proclamação deve ser a respeito do Evangelho. As boas novas do Senhor Jesus. Não somos chamados a proclamar as notícias a respeito da vida de nossos irmãos, a expor suas fraquezas ou ridicularizá-los.
Muitos dos que falam mal dos outros o fazem para sentirem-se melhor em suas próprias fraquezas.
Cuidado, o que você diz sobre alguém, revela mais sobre si mesmo, pois expõe o seu próprio caráter.
Que Deus nos dê graça para não cairmos nessa tentação.
Pra. Izabel Nixdorf
sábado, 1 de junho de 2013
Solidão, vaza!
“Por volta
da hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni? O
que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste”? (Mt 27.46)
Logo nas primeiras vezes que me deparei
com esse versículo bíblico, fiquei muito intrigada. Como Deus podia desamparar
seu filho amado em um momento tão doloroso? E confesso que cheguei a pensar que
quem escreveu isso, no mínimo, se equivocou. Com o passar do tempo, lendo e
orando, comecei a perceber as palavras de Jesus de uma outra maneira.
Quando Jesus foi para cruz, ele atraiu
sobre si os nossos pecados. Ele se fez maldito no nosso lugar, e Isaías diz que
o pecado faz separação entre nós e o nosso Deus. Então o sentimento de abandono
que Ele experimentou e expressou é o mesmo sentimento que eu e você muitas
vezes experimentamos. Não significa que Deus não nos ame mais, ou que de fato
tenha nos abandonado.
De fato Ele havia sido abandonado por
todos os seus discípulos, amigos, companheiros de jornada. Estava ali entre
malfeitores, mas estava ali para cumprir um propósito maior. Estava ali para trazer
salvação para o mundo. Ele estava ali para cumprir a vontade do Pai.
Nós somos muitas vezes abandonados,
traídos e enfrentamos grandes decepções. Pode ser que em momentos assim também experimentemos
a sensação de ser abandonados até mesmo pelo Pai. Entretanto Jesus passou por
isso e nos ensina que havia um propósito e como Ele venceu, nós também podemos.
Jesus foi para a cruz para que nós não precisássemos ir. Ele cumpriu o
propósito de Deus para que pudesse estar conosco todos os dias até a consumação
dos séculos. Ele prometeu e Ele é fiel para cumprir.
Por isso, eu quero te dizer que se
você está sentindo-se sozinho, triste e até angustiado, tenha convicção que
isso é apenas um sentimento. O Senhor não te desamparou e nunca te desamparará.
Ele te ama e Ele é o Deus conosco, o Deus Emanuel.
E convictos de que o Senhor sempre está
conosco, podemos dizer como o poeta: “Solidão, dá um tempo e vá saindo,
de repente eu tô sentindo, que você vai se dar mal”.
Tenham todos um mês abençoadíssimo,
confiantes de que não estamos só.
Pra. Izabel Nixdorf
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