Certa vez anotei algo que li em algum lugar que não me lembro, mas hoje achei muito atual: “De acordo com o coach e headhunter Augusto Carneiro, um dos “pecados” que prejudicam o profissional em qualquer empresa é a falta de ética. Fazer fofoca, causar intrigas, falar mal dos outros, puxar o tapete, mentir e outros comportamentos como esses nunca irão dar bons frutos. Ao contrário. São autodestrutivos e, cedo ou tarde, acabam se voltando contra a própria pessoa”.
Os estudiosos “seculares” já aprenderam sobre isso. Nós cristãos já fomos alertados a esse respeito há mais de dois mil anos. Porque será que ainda não aprendemos? Porque será que ainda não aprendemos a domar a língua? Porque será que tantas igrejas sofrem com esse problema? Porque será que líderes cristãos não vigiam suas próprias bocas?
A resposta está no texto bíblico em destaque: “Nenhum dos homens é capaz de domar, é mal incontido, carregado de veneno mortífero”. Somente alguém que deixa seu caráter ser tratado por Deus, que tem seu temperamento controlado pelo Espírito Santo, pode resistir a tentação de não falar o que não convém, não denegrir a moral do outro, não criticar o trabalho do colega e de verdadeiramente abençoar e não amaldiçoar.
Nós cristãos somos chamados a proclamar sim, mas a nossa proclamação deve ser a respeito do Evangelho. As boas novas do Senhor Jesus. Não somos chamados a proclamar as notícias a respeito da vida de nossos irmãos, a expor suas fraquezas ou ridicularizá-los.
Muitos dos que falam mal dos outros o fazem para sentirem-se melhor em suas próprias fraquezas.
Cuidado, o que você diz sobre alguém, revela mais sobre si mesmo, pois expõe o seu próprio caráter.
Que Deus nos dê graça para não cairmos nessa tentação.
Pra. Izabel Nixdorf
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